quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mensalão do Alckmin agora é oficial: deputado diz que governador conquista apoio com o esquema de venda de Emendas

 

Em entrevista ao telejornal SPTV 2.ª Edição, o deputado estadual Roque Barbiere (PTB/SP), que denunciou o esquema de venda de emendas na Assembléia Legislativa de São Paulo, voltou à carga:
"Algumas pessoas vieram aqui voluntariamente e disseram: deputado, o que senhor disse é verdade, eu trabalhei com fulano de tal e vou lá depor... eu via chegar pacotes de dinheiro"
Depois completou: "... Fruto de venda de emenda."

Em seguida, disse que o governo tucano de Alckmin (e antes era de Serra) sabe e não faz nada:
"O governo fica de braços cruzados, porque é confortável para ele... porque mantém todo mundo refém, dependente destas emendas".
O vídeo do SPTV não é compartilhado, e o link é este:

http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/v/deputado-ira-depor-apos-acusar-colegas-de-receber-propina-em-sp/1666936/

O deputado disse que irá denunciar em juízo aquilo que ele tem provas, e não diz nomes para proteger as testemunhas.

O promotor de Justiça Carlos Cardoso, que investiga o caso, informou que solicitará à Secretaria da Fazenda a relação de emendas ao Orçamento desde 2007.

Já fazem 3 meses que ocorreu a primeira entrevista do deputado Roque, e o governador Geraldo Alckmin até hoje não disponibilizou a relação de emendas desde 2007. O que mostra, ou tentativa de abafamento, ou descontrole, ou maracutaia.

A cada ano saem R$ 188 milhões dos cofres públicos paulistas em emendas. É valor muito alto para não ter controle rigoroso na hora que precisa consultar.
 
Da web

1 comentários:

arenhart disse...

BRASÍLIA - Ao longo de seus oito anos de mandato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve pelo menos quatro encontros com o ditador líbio Muamar Kadafi. Numa das reuniões, na abertura da Cúpula da União Africana, em Sírte, na Líbia, em 1º de julho de 2009, Lula chamou o ditador de "amigo e irmão".
Há 42 anos no poder, Kadafi está sendo acusado de reprimir com mão-de-ferro as multidões que saem às ruas de algumas cidades da Líbia para pedir por democracia no país.
Kadafi faz rápida aparição na TV estatal e diz que continua na Líbia
Lula teve seu primeiro encontro com Kadafi em 9 de dezembro de 2003, menos de um ano depois de tomar posse como presidente da República. O presidente viajou a Trípoli, onde teve uma reunião com Kadafi marcada pelo rigor das equipes de segurança do ditador. As tropas de Kadafi chegaram a cortar, por duas horas, os canais de comunicação dos seguranças do então presidente brasileiro. Os encontros foram alvos de duras críticas, mas Lula não recuou.
- Quando o primeiro-ministro britânico se reúne com o Kadafi, todo mundo acha o máximo, mas quando eu me reúno com ele, todos criticam - rebateu Lula à época do segundo encontro.
Lula e Kadafi se reencontram na reunião de chefes de Estado da Cúpula África-América do Sul, na Nigéria, em 2006. Em 2009, os dois voltaram a trocar afagos duas vezes. Uma, em Sirte, quando Lula se dirigiu a Kadafi como "amigo e irmão".
A outra em Isla Margarita, na Venezuela, na Cúpula América do Sul-África. Em todos os encontros, Lula e Kadafi criticaram os países ricos e pediram mais aproximação entre os países da América do Sul e da África. Kadafi chegou a propor uma aliança militar entre os países das duas regiões ao moldes da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

O PRESIDENTE DE TODOS OS BRASILEIROS

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