sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Mulheres e o mundo do trabalho é tema central de seminários em SP
Relações de gênero, precarização, proteção social e outras questões relativas ao tema “Divisão Sexual do Trabalho, Estado e Crise do Capitalismo” serão debatidos no V Seminário Nacional do Núcleo de Reflexão Feminista sobre o Mundo do Trabalho Produtivo e Reprodutivo, que acontece nos dias 16 e 17 de novembro, no Hotel Braston, na capital paulista.
O Seminário é organizado pelas entidades que compõem o Núcleo - Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Marcha Mundial de Mulheres (MMM), Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (CONTRACS).
Segundo Rosane Silva, secretária nacional de Mulheres da CUT, “a partir da reflexão sobre a realidade das mulheres no mundo do trabalho, o encontro visa subsidiar o coletivo, composto por mulheres da área política e acadêmica, representantes dos movimentos sociais, sindicalistas, estudiosas e pesquisadoras, de forma a contribuir na construção de políticas públicas e ações que promovam a igualdade de oportunidades, a proteção social e a ampliação de direitos”.
C/A
O Seminário é organizado pelas entidades que compõem o Núcleo - Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Marcha Mundial de Mulheres (MMM), Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) e Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (CONTRACS).
Segundo Rosane Silva, secretária nacional de Mulheres da CUT, “a partir da reflexão sobre a realidade das mulheres no mundo do trabalho, o encontro visa subsidiar o coletivo, composto por mulheres da área política e acadêmica, representantes dos movimentos sociais, sindicalistas, estudiosas e pesquisadoras, de forma a contribuir na construção de políticas públicas e ações que promovam a igualdade de oportunidades, a proteção social e a ampliação de direitos”.
C/A
terça-feira, 10 de novembro de 2009
LULA É MAIS CONHECIDO QUE PELÉ
Pesquisa encomendada pela Embratur ao Instituto Zaytec com os turistas estrangeiros no Brasil revelou que o Lula é a personalidade que mais simboliza o Brasil para os estrangeiros.
Pelé ficou em segundo lugar. É a primeira vez que o Pelé fica em segundo nas pesquisas da Embratur.
O Presidente Lula, Pelé e Ronaldo são, nesta ordem, as personalidades mais lembradas nas citações dos entrevistados.
Pelé ficou em segundo lugar. É a primeira vez que o Pelé fica em segundo nas pesquisas da Embratur.
O Presidente Lula, Pelé e Ronaldo são, nesta ordem, as personalidades mais lembradas nas citações dos entrevistados.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
DILMA PARTICIPARÁ DE ENCONTRO DO PT EM GUARULHOS
A direção nacional do PT promoverá hoje (6) e no sábado (7), em Guarulhos/SP, um grande encontro de prefeitos (560) e vice-prefeitos (423) do partido.
O tema do encontro será: A atual conjuntura política, os avanços do Governo Lula e as eleições de 2010.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, deverá estar presente no evento durante todo o sábado.
Também participarão ministros, senadores, deputados federais e estaduais do PT, além de outras lideranças nacionais.
Do PT
O tema do encontro será: A atual conjuntura política, os avanços do Governo Lula e as eleições de 2010.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, deverá estar presente no evento durante todo o sábado.
Também participarão ministros, senadores, deputados federais e estaduais do PT, além de outras lideranças nacionais.
Do PT
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
O MUNDO PRECISA ADOTAR O USO DO ETANOL URGENTE
Se a temperatura média do planeta subir 3 graus centígrados, as condições climatológicas serão como as de 3 milhões de anos atrás, com flora e fauna completamente diferentes das que agora conhecemos, mas se o aumento for de 6 graus, a humanidade sofrerá "um colapso" e desaparecerá em 30 ou 40 anos.
Esse foi o alerta feito nesta quarta-feira (28) pelo economista americano Jeremy Rifkin, que já trabalhou como assessor do ex-presidente americano Bill Clinton e do ex-candidato à presidência dos EUA, Al Gore.
Do News Front
Esse foi o alerta feito nesta quarta-feira (28) pelo economista americano Jeremy Rifkin, que já trabalhou como assessor do ex-presidente americano Bill Clinton e do ex-candidato à presidência dos EUA, Al Gore.
Do News Front
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Dilma: “mensalão não aconteceu, até porque isso era impossível”
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que o ex-ministro José Dirceu sofreu uma injustiça ao ser cassado pela Câmara dos Deputados, em novembro de 2005. “Se querem minha opinião, acho que José Dirceu é uma pessoa injustiçada e tenho por ele um grande respeito”, disse a ministra, no depoimento que prestou à juíza Pollyana Kelly Martins Alves, da 12ª Vara da Justiça Federal, como testemunha no processo da farsa do “mensalão”.
Segundo relato de pessoas que assistiram o depoimento, a ministra negou a existência do suposto esquema e relatou que só teve conhecimento do assunto pelo noticiário. “Isso não aconteceu, até porque era impossível. Não havia a menor possibilidade de isso ser aceito por nós”, afirmou.
Dilma foi ouvida em seu gabinete, na terça-feira (20), como testemunha no processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o suposto “mensalão”. Ela foi indicada como testemunha pelos ex-deputados José Janene (PP) e Roberto Jefferson (PTB). O depoimento foi acompanhado pelos advogados dos acusados, que também puderam fazer perguntas à ministra.
Indagada se quando assumiu a chefia da Casa Civil tinha identificado algum documento que comprovasse que Roberto Jefferson teria avisado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o suposto esquema, Dilma respondeu que não achou nenhuma notícia-crime dada pelo ex-deputado ou uma queixa relativa a isso.
Na quarta-feira foi a vez do ex-ministro da Fazenda, deputado Antonio Palocci (PT-SP), dar seu depoimento. Ele declarou que nunca ouviu falar que parlamentares exigiam dinheiro em troca de apoio ao governo durante votações no Congresso. “Tive conhecimento dos fatos divulgados em jornais da época e televisão. Não tenho conhecimento algum além do que fui publicado”, disse.
C/A
Segundo relato de pessoas que assistiram o depoimento, a ministra negou a existência do suposto esquema e relatou que só teve conhecimento do assunto pelo noticiário. “Isso não aconteceu, até porque era impossível. Não havia a menor possibilidade de isso ser aceito por nós”, afirmou.
Dilma foi ouvida em seu gabinete, na terça-feira (20), como testemunha no processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o suposto “mensalão”. Ela foi indicada como testemunha pelos ex-deputados José Janene (PP) e Roberto Jefferson (PTB). O depoimento foi acompanhado pelos advogados dos acusados, que também puderam fazer perguntas à ministra.
Indagada se quando assumiu a chefia da Casa Civil tinha identificado algum documento que comprovasse que Roberto Jefferson teria avisado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o suposto esquema, Dilma respondeu que não achou nenhuma notícia-crime dada pelo ex-deputado ou uma queixa relativa a isso.
Na quarta-feira foi a vez do ex-ministro da Fazenda, deputado Antonio Palocci (PT-SP), dar seu depoimento. Ele declarou que nunca ouviu falar que parlamentares exigiam dinheiro em troca de apoio ao governo durante votações no Congresso. “Tive conhecimento dos fatos divulgados em jornais da época e televisão. Não tenho conhecimento algum além do que fui publicado”, disse.
C/A
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
“Vice é do PMDB”, afirma Berzoini, presidente do PT
O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), afirmou que a aliança do partido com o PMDB em torno da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à Presidência da República já está fechada. Segundo ele, o vice na chapa será do PMDB. “Essa é uma aliança estratégica não só politicamente, mas para governar o país. Já falei com o PMDB. Os peemedebistas podem, publicamente, assumir que são vice da gente”, disse o líder petista, em entrevista à Agência Brasil.
O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), cotado para ser o vice na chapa de Dilma, participou na semana passada de um jantar com ministros e as principais lideranças peemedebistas na casa do líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), para discutir a aliança entre PMDB e PT, assegurando a vaga de vice na chapa de Dilma. “O PMDB está pronto para sinalizar ao país inteiro que, coerentemente, estaremos juntos no palanque de Dilma”, afirmou Henrique Alves, que organizou o jantar.
O anúncio feito por Berzoini agradou a direção do PMDB e deverá intensificar as articulações da direção do partido com vistas a viabilizar a indicação do PMDB para a chapa presidencial em 2010.
Michel Temer informou que o encontro com o presidente Lula para sacramentar a aliança PT/PMDB para a eleição de 2010 deverá ocorrer ainda em outubro. Segundo Temer, durante a viagem à Dinamarca, Lula disse a ele que o encontro ocorrerá depois da viagem presidencial pelo Rio São Francisco. “O presidente me disse, na viagem, que logo depois de sua viagem, ele deve reunir o PMDB, o PT e conversar sobre a aliança”, afirmou Temer.
Lideranças do PMDB defendem que o partido defina logo a aliança com o PT. O vice-líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), é um dos que propõem maior celeridade nessas discussões. Para ele, o assunto já foi debatido o bastante no partido, e a hora de fechar o acordo é agora. Ele destacou que a quase totalidade dos dirigentes estaduais do partido são favoráveis à aliança com o PT.
Segundo Michel Temer, presidente licenciado do PMDB, já há um acordo para que o vice na chapa da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT, seja do PMDB e que o nome deve ser formalizado no ano que vem. Henrique Alves, anfitrião do jantar, disse que “o PMDB está pronto para sinalizar ao País inteiro que, coerentemente, estaremos juntos no palanque de Dilma”. “Com o pré-compromisso acertado, vamos nos dedicar, como aliados, a tentar resolver as questões nos Estados”, disse Alves. Na sua opinião, a aliança será boa para o país e para os dois partidos. “O PMDB terá a vice e a aliança será boa para os dois partidos. O PMDB é a maior força política, com nove governadores, 90 deputados federais e 1.300 prefeitos. É bom para PT e PMDB que estejam juntos”, acrescentou o peemedebista. O líder do PMDB disse que Dilma deseja a aliança com o PMDB e que o vice será escolha do partido. “Michel Temer é a presença institucional do partido na chapa. Não há nome melhor”, declara Alves.
O líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), também comemorou a confirmação da aliança entre os dois partidos. “A candidatura entra em nova fase: a explicitação eleitoral. A aliança com o PMDB é fundamental”, disse Jucá.
O presidente do PT concorda que o acordo deve apontar bases da aliança nacional, como forma de ajudar a resolver as peculiaridades dos estados. “As pessoas aqui estão firmemente dispostas a fazer a aliança, PT e PMDB na chapa”, disse. O ministro da Justiça, Tarso Genro, também declarou apoio à aliança nacional do PT com o PMDB, em torno da candidatura de Dilma Rousseff. “Eu sou aliancista nato. Eu coordenei a formação juntamente com o presidente do PMDB, Michel Temer, por determinação do presidente da República naquela época (2006) e sou favorável, sim, a uma coalizão com o PMDB. Porque o PMDB tem condições de dar estabilidade de governabilidade”, disse Genro
C/A
O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), cotado para ser o vice na chapa de Dilma, participou na semana passada de um jantar com ministros e as principais lideranças peemedebistas na casa do líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), para discutir a aliança entre PMDB e PT, assegurando a vaga de vice na chapa de Dilma. “O PMDB está pronto para sinalizar ao país inteiro que, coerentemente, estaremos juntos no palanque de Dilma”, afirmou Henrique Alves, que organizou o jantar.
O anúncio feito por Berzoini agradou a direção do PMDB e deverá intensificar as articulações da direção do partido com vistas a viabilizar a indicação do PMDB para a chapa presidencial em 2010.
Michel Temer informou que o encontro com o presidente Lula para sacramentar a aliança PT/PMDB para a eleição de 2010 deverá ocorrer ainda em outubro. Segundo Temer, durante a viagem à Dinamarca, Lula disse a ele que o encontro ocorrerá depois da viagem presidencial pelo Rio São Francisco. “O presidente me disse, na viagem, que logo depois de sua viagem, ele deve reunir o PMDB, o PT e conversar sobre a aliança”, afirmou Temer.
Lideranças do PMDB defendem que o partido defina logo a aliança com o PT. O vice-líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), é um dos que propõem maior celeridade nessas discussões. Para ele, o assunto já foi debatido o bastante no partido, e a hora de fechar o acordo é agora. Ele destacou que a quase totalidade dos dirigentes estaduais do partido são favoráveis à aliança com o PT.
Segundo Michel Temer, presidente licenciado do PMDB, já há um acordo para que o vice na chapa da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT, seja do PMDB e que o nome deve ser formalizado no ano que vem. Henrique Alves, anfitrião do jantar, disse que “o PMDB está pronto para sinalizar ao País inteiro que, coerentemente, estaremos juntos no palanque de Dilma”. “Com o pré-compromisso acertado, vamos nos dedicar, como aliados, a tentar resolver as questões nos Estados”, disse Alves. Na sua opinião, a aliança será boa para o país e para os dois partidos. “O PMDB terá a vice e a aliança será boa para os dois partidos. O PMDB é a maior força política, com nove governadores, 90 deputados federais e 1.300 prefeitos. É bom para PT e PMDB que estejam juntos”, acrescentou o peemedebista. O líder do PMDB disse que Dilma deseja a aliança com o PMDB e que o vice será escolha do partido. “Michel Temer é a presença institucional do partido na chapa. Não há nome melhor”, declara Alves.
O líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), também comemorou a confirmação da aliança entre os dois partidos. “A candidatura entra em nova fase: a explicitação eleitoral. A aliança com o PMDB é fundamental”, disse Jucá.
O presidente do PT concorda que o acordo deve apontar bases da aliança nacional, como forma de ajudar a resolver as peculiaridades dos estados. “As pessoas aqui estão firmemente dispostas a fazer a aliança, PT e PMDB na chapa”, disse. O ministro da Justiça, Tarso Genro, também declarou apoio à aliança nacional do PT com o PMDB, em torno da candidatura de Dilma Rousseff. “Eu sou aliancista nato. Eu coordenei a formação juntamente com o presidente do PMDB, Michel Temer, por determinação do presidente da República naquela época (2006) e sou favorável, sim, a uma coalizão com o PMDB. Porque o PMDB tem condições de dar estabilidade de governabilidade”, disse Genro
C/A
domingo, 11 de outubro de 2009
Brasil Acelerando o Progresso - Consenso sobre volta do crescimento
A despeito da resistência natural da nossa mídia, ela tem sido obrigada a registrar diariamente o consenso formado entre analistas, economistas, especialistas e até entre alguns integrantes mais sensatos da oposição: a retomada do crescimento da economia brasileira a partir do segundo trimestre desse ano é indiscutível e são perfeitamente factíveis as previsões de que os índices atingirão entre 4,5% a 5% do PIB em 2010.
O último relatório Focus, tradicional boletim do Banco Central (BC), por exemplo, aponta expansão de 4,5% em 2010, após crescimento de 1% em 2009. Mas diversas instituições financeiras, otimistas, prevêem um desempenho até mais forte da economia.
"Trata-se de uma estimativa que, além de não ser otimista, é a mais provável (a de crescimento superior a 5%)", analisa, conforme leio na Reuters, Virgílio Castro Cunha, economista do BofA Merrill Lynch Global Research, de São Paulo, agência que estima uma expansão do PIB brasileiro no ano que vem de até 5,3%.
Acompanho as opiniões de outros "experts" em economia e todos respaldam suas previsões e estatísticas em resultados decorrentes das medidas anticrise tomadas pelo governo esse ano: o aumento da demanda doméstica; a manutenção, recuperação e ampliação dos investimentos; e o impacto em 2010 das políticas econômicas expansionistas adotadas em 2009.
Por ZD
O último relatório Focus, tradicional boletim do Banco Central (BC), por exemplo, aponta expansão de 4,5% em 2010, após crescimento de 1% em 2009. Mas diversas instituições financeiras, otimistas, prevêem um desempenho até mais forte da economia.
"Trata-se de uma estimativa que, além de não ser otimista, é a mais provável (a de crescimento superior a 5%)", analisa, conforme leio na Reuters, Virgílio Castro Cunha, economista do BofA Merrill Lynch Global Research, de São Paulo, agência que estima uma expansão do PIB brasileiro no ano que vem de até 5,3%.
Acompanho as opiniões de outros "experts" em economia e todos respaldam suas previsões e estatísticas em resultados decorrentes das medidas anticrise tomadas pelo governo esse ano: o aumento da demanda doméstica; a manutenção, recuperação e ampliação dos investimentos; e o impacto em 2010 das políticas econômicas expansionistas adotadas em 2009.
Por ZD
sábado, 3 de outubro de 2009
Opinião - O aparelhamento das redações e o imobilismo de profissionais
Não é de hoje que as redações de jornais como o Globo, Folha de São Paulo e Estadão alem de telejornais da TV Globo e rádios do grupo vem passando por um processo de limpeza ideológico-partidária, de modo que sejam expurgados todos os profissionais que não comungam do pensamento da opinião única dos chefes de jornalismo, que refletem o supra-sumo do conservadorismo e atraso que representam as famílias que dominam o oligopólio da informação.
Demissões como a de Rodrigo Vianna e Franklin Martins mostram que quem se atrever a não comer na mão dos editores e escrever algo que contrarie a pauta panfletária pré-definida não tem futuro nessas organzações.
A quantidade de editoriais com apologia ao preconceito e racismo vem crescendo assustadoramente, assim como aqueles que evidenciam a ansiedadeda grande imprensa em influenciar decisivamente no processo eleitoral, e embora não assumam suas posições partidárias, elas são absurdamente escancaradas.
Não consigo compreender a falta de brios de determinados jornalistas, preocupados em manter e salvar seus empregos, afinal tem mais coisas em jogo do que o pleito do ano que vem: as suas reputações como jornalistas. Se eles resolvem se submeter a prestar um papel sofrível de agradar ao chefinho com manipulações grotescas da opinião pública, eles não se dão conta que está o que em jogo é sua reputação e credibilidade, que podem ser perdidas irreversivelmente.
Um jornalista desmoralizado e sem credibilidade é ex-jornalista, está morto publicamente, vira um pato manco sustentado pelo jornal que ele presta o serviço de oferecer o suicídio de sua reputação.
Eu pessoalmente acho que tem muito mais coisas entre as redações e partidos do que supoem a nossa vão filosofia, afinal só dá para imaginar que o profissional possa se sujeitar a arriscar sua credibilidade por uma promessa muito valiosa, algo que valha a pena e que só possa ser alcançado caso haja um retrocesso no ano que vem e consigam eleger um representante desse conservadorismo e atraso. Caso contrário, acho que vamos ver a repetição da década de 30 em wall street, só que agora em vez de investidores, vamos ver jornalistas se atirando do alto dos prédios das redações.
Sem querer ser sádico, me avisem quando forem se atirar porque eu quero ver de camarote, risos..
Blog do Len
Demissões como a de Rodrigo Vianna e Franklin Martins mostram que quem se atrever a não comer na mão dos editores e escrever algo que contrarie a pauta panfletária pré-definida não tem futuro nessas organzações.
A quantidade de editoriais com apologia ao preconceito e racismo vem crescendo assustadoramente, assim como aqueles que evidenciam a ansiedadeda grande imprensa em influenciar decisivamente no processo eleitoral, e embora não assumam suas posições partidárias, elas são absurdamente escancaradas.
Não consigo compreender a falta de brios de determinados jornalistas, preocupados em manter e salvar seus empregos, afinal tem mais coisas em jogo do que o pleito do ano que vem: as suas reputações como jornalistas. Se eles resolvem se submeter a prestar um papel sofrível de agradar ao chefinho com manipulações grotescas da opinião pública, eles não se dão conta que está o que em jogo é sua reputação e credibilidade, que podem ser perdidas irreversivelmente.
Um jornalista desmoralizado e sem credibilidade é ex-jornalista, está morto publicamente, vira um pato manco sustentado pelo jornal que ele presta o serviço de oferecer o suicídio de sua reputação.
Eu pessoalmente acho que tem muito mais coisas entre as redações e partidos do que supoem a nossa vão filosofia, afinal só dá para imaginar que o profissional possa se sujeitar a arriscar sua credibilidade por uma promessa muito valiosa, algo que valha a pena e que só possa ser alcançado caso haja um retrocesso no ano que vem e consigam eleger um representante desse conservadorismo e atraso. Caso contrário, acho que vamos ver a repetição da década de 30 em wall street, só que agora em vez de investidores, vamos ver jornalistas se atirando do alto dos prédios das redações.
Sem querer ser sádico, me avisem quando forem se atirar porque eu quero ver de camarote, risos..
Blog do Len
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
FALTA EXPOSIÇÃO - AÉCIO TAMBÉM ACREDITA QUE DILMA ESTARÁ BEM MELHOR NAS PESQUISAS
Aécio Neves criticou a falta de um componente considerado “básico” por ele na pesquisa: o nível de conhecimento dos candidatos.
Quando você faz uma avaliação, uma lista, e oferece à população entre nomes que têm quase 100% de conhecimento da população e outros que têm a metade disso, obviamente existem distorções”, disse.
Questionado se Ciro Gomes desistiria mesmo da candidatura caso ele disputasse a presidência, desconversou “O que ele disse é que na eventualidade da minha candidatura não precisaria ser candidato, mas isso num cenário lá atrás”, disfarçou acreditando que Ciro poderá de qualquer maneira ser util para levar as eleições ao segundo turno, contra ele ou Serra.
Mas quanto a admitir o conhecimentos das articulações de seu maior adversário José Serra visando 2010 nada comentou ainda. Só ele não vê.
Fonte: News Front
Quando você faz uma avaliação, uma lista, e oferece à população entre nomes que têm quase 100% de conhecimento da população e outros que têm a metade disso, obviamente existem distorções”, disse.
Questionado se Ciro Gomes desistiria mesmo da candidatura caso ele disputasse a presidência, desconversou “O que ele disse é que na eventualidade da minha candidatura não precisaria ser candidato, mas isso num cenário lá atrás”, disfarçou acreditando que Ciro poderá de qualquer maneira ser util para levar as eleições ao segundo turno, contra ele ou Serra.
Mas quanto a admitir o conhecimentos das articulações de seu maior adversário José Serra visando 2010 nada comentou ainda. Só ele não vê.
Fonte: News Front
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Com Arsenal de Benfeitorias - PT está preparado para referendar Dilma para 2010
Em curto prazo o PT estaria preparado para lançar definitivamente a candidatura de Dilma Rossef, à Presidência da República, teria afirmado hoje 19 SET o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Estamos preparados para lançar o Tarso e a Dilma e ganhar as eleições”, teria dito Lula em entrevista exclusiva à Rádio Guaíba.
Para Lula, “Dilma tem uma extraordinária capacidade de ser vitoriosa”, mas ainda precisa construir o time que vai entrar em campo, referindo-se às coligações.
Do Soldadonofront
sábado, 5 de setembro de 2009
NA SEMANA DA INDEPENDÊNCIA JOSÉ DIRCEU CONCEDE ENTREVISTA E DIZ QUE DILMA É O TERCEIRO MANDATO DE LULA

O articulador voltou 0 José Dirceu já percorreu 21 estados, só neste ano, para montar palanque eleitoral de Dilma Rousseff e ressurge como um dos principais articuladores para as eleições 2010. Na entrevista, ele analisa o cenário político brasiliense e comenta as principais questões nacionais.
Nos primeiros anos, após deixar a função de ministro-chefe da Casa Civil, uma espécie de primeiro-ministro na nossa República, José Dirceu saiu dos holofotes e preferiu atuar no bastidor, mas nunca deixou de acompanhar e, principalmente, participar do governo com opiniões e orientações. Com a proximidade das eleições e depois de longos quatro anos do escândalo do mensalão, Dirceu volta mais forte ao cenário político nacional como peça-chave na costura de alianças com partidos como o PMDB para montar o palanque da ministra Dilma Rousseff à sucessão no Planalto.
Braço direito de Lula, Zé Dirceu foi presidente do partido por quatro vezes e coordenador da campanha presidencial por outras três. Dirceu sempre teve “a cara” do governo Lula. Criou a máquina partidária que derrotou a esquerda e deu ao PT um tom moderado. Dirceu é o homem que encarna o partido. Até os adversários o consideram um estrategista, o pensador do PT.
Na quarta-feira (2), Zé Dirceu recebeu a equipe do Jornal da Comunidade e do portal maiscomunidade.com para uma entrevista exclusiva. O encontro aconteceu no final da manhã num quarto não muito luxuoso do sexto andar do hotel Kubstichek Plaza. Descontraído, mas firme em suas posições, conversou durante uma hora com nossa equipe.
Na entrevista, falou da sua rotina, mostrou conhecimento do cenário político brasiliense e fez declarações sobre o governador Arruda, Joaquim Roriz, Agnelo Queiroz, Geraldo Magela e Cristovam Buarque. Dirceu destacou a importância da aliança com o PMDB, disse que parte da imprensa é oposição ao governo, deu boa sorte à Marina Silva e, é claro, rasgou elogios ao presidente Lula e afirmou com todos os “erres” do seu sotaque caipira que Dilma será eleita em 2010.
Perfil
Mineiro, político e advogado, com base política em São Paulo, José Dirceu de Oliveira e Silva foi líder estudantil, deportado para o México, exilado em Cuba. Fez plásticas, mudou de nome e viveu na clandestinidade quando voltou ao Brasil, mas teve que novamente retornar a Cuba. Fundador do Partido dos Trabalhadores, do qual foi presidente nacional durante a década de 1990, exerceu vários mandatos: entre 1987 a 1990 foi deputado estadual constituinte por São Paulo, e, em 1991, 1998 e 2002 elegeu-se deputado federal. Em janeiro de 2003, após tomar posse na Câmara dos Deputados, licenciou-se para assumir o cargo de ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, onde permaneceu até junho de 2005. Retornando à Câmara para se defender, Dirceu teve seu mandato de deputado federal cassado no dia 1º de dezembro de 2005, tornando-se inelegível até 2015.
Ocupou o principal posto da coordenação política do governo, sendo tratado pela imprensa como o verdadeiro homem forte da administração federal, a quem caberiam efetivamente as decisões, como um superministro e “primeiro ministro”.
Sua demissão ocorreu em meio à crise política que surgiu após denúncias de corrupção nos Correios e em outras empresas estatais, vindas à tona após acusações do deputado Roberto Jefferson.
No dia 30 de março de 2006, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF), quarenta supostos participantes do esquema do mensalão. O relator do caso no Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, atribuiu a liderança no esquema do mensalão a José Dirceu, José Genoino, Delúbio Soares e Sílvio Pereira.
C/A
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
'Pré-sal abrirá as portas do futuro', diz Dilma Rousseff
Representará mais casa, comida e saúde para brasileiros, afirmou ela.'Podemos e devemos ocupar posição ímpar na geopolítica do petróleo', diz.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência da República nas eleições de 2010, afirmou nesta segunda-feira (31), durante cerimônia de lançamento do marco regulatório do pré-sal em Brasília, que o petróleo da camada pré-sal (águas profundas) abrirá ao país "as portas do futuro".
"Se soubermos transformar essa imensa riqueza em fonte de felicidade material e espiritual para milhões de brasileiros em instrumento de afirmação e fortalecimento da nossa soberania, com mais tecnologia e desenvolvimento humano", acrescentou a ministra da Casa Civil.
Segundo ela, o petróleo da camada pré-sal é um "caminho mais rápido e seguro" em direção ao futuro, com "mais casa, comida e saúde para brasileiros". Na avaliação da ministra, o pré-sal representa, também, menos pobreza, violência e "desengano".
A ministra Dilma Rousseff lembrou que 28% do petróleo da camada pré-sal já foi concedido a empresas, mas lembrou que outros 72%, ou 107 mil quilômetros quadrados, ainda estão sob integral controle da União e que, por isso, "pertencem ao povo brasileiro".
"Todo esforço que fizemos nos últimos 100 anos resultou em 14 bilhões de barris de reservas prováveis, o que não é pouco para a Petrobras. Apenas nas áreas já concedidas [Tupi e Parque das baleias no ES], atingimos quantidades entre 9,5 a 14 bilhões de barris de volume de petróleo recuperados. Somente estes três blocos nos permitem dobrar as reservas atuais", disse ela.
Dilma acrescentou que o país pode e deve ocupar "posição ímpar e destacada na geopolítica do petróleo". "Sem dúvida nenhuma, somos atraentes [...] Estamos resgatando o papel do Estado como indutor do desenvolvimento. voltamos a fazer política industrial na área de petróleo também. Não podemos dar as costas para o significado do pré-sal. É uma enorme riqueza para garantir o futuro do país", afirmou a ministra-chefe da Casa Civil.
Por: APOSENTADO INVOCADO
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência da República nas eleições de 2010, afirmou nesta segunda-feira (31), durante cerimônia de lançamento do marco regulatório do pré-sal em Brasília, que o petróleo da camada pré-sal (águas profundas) abrirá ao país "as portas do futuro".
"Se soubermos transformar essa imensa riqueza em fonte de felicidade material e espiritual para milhões de brasileiros em instrumento de afirmação e fortalecimento da nossa soberania, com mais tecnologia e desenvolvimento humano", acrescentou a ministra da Casa Civil.
Segundo ela, o petróleo da camada pré-sal é um "caminho mais rápido e seguro" em direção ao futuro, com "mais casa, comida e saúde para brasileiros". Na avaliação da ministra, o pré-sal representa, também, menos pobreza, violência e "desengano".
A ministra Dilma Rousseff lembrou que 28% do petróleo da camada pré-sal já foi concedido a empresas, mas lembrou que outros 72%, ou 107 mil quilômetros quadrados, ainda estão sob integral controle da União e que, por isso, "pertencem ao povo brasileiro".
"Todo esforço que fizemos nos últimos 100 anos resultou em 14 bilhões de barris de reservas prováveis, o que não é pouco para a Petrobras. Apenas nas áreas já concedidas [Tupi e Parque das baleias no ES], atingimos quantidades entre 9,5 a 14 bilhões de barris de volume de petróleo recuperados. Somente estes três blocos nos permitem dobrar as reservas atuais", disse ela.
Dilma acrescentou que o país pode e deve ocupar "posição ímpar e destacada na geopolítica do petróleo". "Sem dúvida nenhuma, somos atraentes [...] Estamos resgatando o papel do Estado como indutor do desenvolvimento. voltamos a fazer política industrial na área de petróleo também. Não podemos dar as costas para o significado do pré-sal. É uma enorme riqueza para garantir o futuro do país", afirmou a ministra-chefe da Casa Civil.
Por: APOSENTADO INVOCADO
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
O PT é um partido sem mídia. O PSDB é uma mídia com partido
Poucos homens públicos brasileiros exibem currículo tão desonroso quanto o senador amazonense Arthur Virgílio.
Escolha-se uma patifaria qualquer. E logo se encontra o parlamentar como despudorado protagonista de uma façanha nessa categoria.
Qualquer “cidadão de bem”, se bem informado, pediria a cassação imediata do embusteiro da floresta. Bastaria que soubesse, por exemplo, como o tucano agiu na CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes para salvar seu comparsa Omar Aziz.
Ainda assim, Virgílio mantém-se como interlocutor preferencial da mídia golpista. Com sua cara de gaiato falastrão, posa como paladino da moral e dos bons costumes.
Lula o considera um sujeito de má índole e reclama por ter como oponente o mais desqualificado membro da Câmara Alta.
Este é apenas um exemplo de como o presidente trava uma luta desigual no campo da informação.
Seus principais apoiadores têm sido midiaticamente alvejados, um a um, como patos na esteira da barraca de tiro do parque de diversões.
Seus inimigos, no entanto, permanecem incólumes. E, não raro, riem da impotência do partido do presidente, que eles mesmos já apelidaram de “Partido Mudo”.
Na recente troca de tiros no Senado, o bandalho-mor acabou recebendo até mesmo o apoio de membros da estulta bancada mudista.
Nos corredores da casa, bateu no peito e gargalhou dos submissos adversários.
Em recentes episódios, aliás, a oposição pisou sobre um felpudo capacho de senadores da estrela, divididos entre a estupidez e o jogo pessoal de interesses.
Do ponto de vista da comunicação, é espantosa a incapacidade dos representantes do partido para propagar qualquer defesa consistente do governo.
Ao contrário, muitos procuram adular os agentes de mídia monopolista em busca de um afago de três linhas ou de três segundos.
No caso das instâncias diretivas do partido, a situação é ainda pior. A norma é a tímida reclamação infantil ou a omissão completa.
O mundo recebeu uma espetacular lição de guerrilha comunicativa durante a campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos.
O afro-descendente conseguiu falar “por cima” da grande mídia, utilizando sobretudo os canais da Internet, como blogs, redes sociais e fóruns.
Em dado momento, sua relação com boa parte do eleitorado já não era mediada pelos NYT e WP da vida. Sua comunicação se estabelecia à margem dos filtros da grande mídia.
No Brasil, entretanto, o Partido Mudo não aprendeu nada com esse exemplo histórico.
O PM desconhece a dinâmica do moderno marketing político viral, especialmente no campo das mídias eletrônicas interativas.
Acredita que basta manter um sitezinho e postar, de vez em quando, um artigo em defesa do governo.
LULA E O SEGREDO DO PARTIDO MUDO - II
Do alto de sua ignorância arrogante, o PM tolamente crê em canais unidirecionais de comunicação, mesmo com todas as evidências contrárias.
Enquanto alguns ideólogos ainda perdem tempo discutindo as razões da implosão da Primeira Internacional, ocorrida há mais de 140 anos, as oposições trabalham diariamente os nichos de formadores de opinião na Internet.
Por conta desse descuido tático, por exemplo, José Genoíno caiu inocentemente numa armadilha criada pelos tucanos do programa CQC, liderado pelo transtucano Marcelo Tas, o carequinha da FIESP.
O dossiê da MTV, em sua versão 2.008, já mostrava que 74% dos jovens utilizavam celulares, inclusive para receber informação.
Em cada grupo de 10, pelos menos 8 faziam parte de uma comunidade virtual, como Orkut, Facebook e Myspace.
Nesses canais de difusão informativa, a presença organizada do governo e do partido do presidente é praticamente nula.
É lá, no entanto, que os “palhaços chiques” do RPNC organizam suas passeatas do Fora Sarney. É lá que difundem diariamente a falsa “ficha de terrorista” de Dilma e fazem ecoar as ideias de Mainardi e Azevedo.
Durante anos, cogitou-se da criação de um canal de comunicação de massa, um “UOL do bem”, difusor de informação descontaminada. O projeto, entretanto, nunca saiu do papel.
Mas por quê? Afinal, não custa caro. E há gente competentíssima para tocar qualquer ação do gênero. Muitos demitidos das redações por ordem de José Serra...
Na verdade, nos círculos de proteção do governo e do Partido Mudo, o tema converteu-se em tabu e, com o tempo, assim se cristalizou.
Até as pessoas de bom caráter, agora convertidos em cegos do castelo, fogem do assunto. Desconversam. A norma é bufar, fazer careta e apontar problemas logísticos, técnicos e financeiros.
São argumentos convenientes, mas pobres. Afinal, hoje, garotos de 14 anos montam, do dia para a noite, sites de baladas que acusam até 500 mil visitas diárias.
Há ainda quem diga que a tal “blogosfera” já é capaz de ocupar esse espaço estratégico, o que se constitui em estupendo equívoco, mesmo que se louve a batalha diária de Azenhas, Rodrigos, Cloaqueiros, Beatrices e outros heróis da resistência.
Afinal, nestes dias de bits insanos e errantes, a desconstrução da imagem do governo se faz além dos debates exclusivamente políticos e sociais. A campanha está presente extensivamente em todas as editorias, em tintas ou pixels.
Basta clicar, por exemplo, no blog do jornalista esportivo Juca Kfouri, da Folha de S. Paulo. Entre os comentários sobre os gols de Ronaldo e as contratações do Fluminense, há volumoso material destinado a desqualificar o governo Lula, todos os dias, obsessivamente.
A ordem nas redações, pois, é ampliar a ação de sabotagem para as outras editorias. Os meninos e meninas que nada leem de política são agora colhidos pela campanha de demonização de Lula e Dilma nas editorias de esportes e artes, bem como nas páginas de “humor”.
Um eventual “UOL do bem”, portanto, somente funcionará se compuser um mosaico informativo e opinativo de ampla abrangência temática.
Terá de tratar de moda, culinária, saúde e cultura em suas páginas iluminadas, o que parece um “pecado” para certa esquerda decrépita ou conformada.
Herança de silêncio
No árduo trabalho para conduzir o metalúrgico à presidência, seu principal articulador prometeu que o Partido Mudo não invadiria alguns feudos de comunicação.
Em troca, as famílias do cartel de comunicação pegariam leve com o candidato.
O acordo nunca foi bem cumprido pelos midiocratas. E, em dado momento, o próprio articulador foi triturado por esses interlocutores.
Estranhamente, no entanto, os homens de comunicação do governo e do Partido Mudo ainda respeitam essa vergonhosa interdição.
O que, afinal, explica a manutenção desse transe? Acorda, zumbi! Fala!
Por Mauro Carrara
Escolha-se uma patifaria qualquer. E logo se encontra o parlamentar como despudorado protagonista de uma façanha nessa categoria.
Qualquer “cidadão de bem”, se bem informado, pediria a cassação imediata do embusteiro da floresta. Bastaria que soubesse, por exemplo, como o tucano agiu na CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes para salvar seu comparsa Omar Aziz.
Ainda assim, Virgílio mantém-se como interlocutor preferencial da mídia golpista. Com sua cara de gaiato falastrão, posa como paladino da moral e dos bons costumes.
Lula o considera um sujeito de má índole e reclama por ter como oponente o mais desqualificado membro da Câmara Alta.
Este é apenas um exemplo de como o presidente trava uma luta desigual no campo da informação.
Seus principais apoiadores têm sido midiaticamente alvejados, um a um, como patos na esteira da barraca de tiro do parque de diversões.
Seus inimigos, no entanto, permanecem incólumes. E, não raro, riem da impotência do partido do presidente, que eles mesmos já apelidaram de “Partido Mudo”.
Na recente troca de tiros no Senado, o bandalho-mor acabou recebendo até mesmo o apoio de membros da estulta bancada mudista.
Nos corredores da casa, bateu no peito e gargalhou dos submissos adversários.
Em recentes episódios, aliás, a oposição pisou sobre um felpudo capacho de senadores da estrela, divididos entre a estupidez e o jogo pessoal de interesses.
Do ponto de vista da comunicação, é espantosa a incapacidade dos representantes do partido para propagar qualquer defesa consistente do governo.
Ao contrário, muitos procuram adular os agentes de mídia monopolista em busca de um afago de três linhas ou de três segundos.
No caso das instâncias diretivas do partido, a situação é ainda pior. A norma é a tímida reclamação infantil ou a omissão completa.
O mundo recebeu uma espetacular lição de guerrilha comunicativa durante a campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos.
O afro-descendente conseguiu falar “por cima” da grande mídia, utilizando sobretudo os canais da Internet, como blogs, redes sociais e fóruns.
Em dado momento, sua relação com boa parte do eleitorado já não era mediada pelos NYT e WP da vida. Sua comunicação se estabelecia à margem dos filtros da grande mídia.
No Brasil, entretanto, o Partido Mudo não aprendeu nada com esse exemplo histórico.
O PM desconhece a dinâmica do moderno marketing político viral, especialmente no campo das mídias eletrônicas interativas.
Acredita que basta manter um sitezinho e postar, de vez em quando, um artigo em defesa do governo.
LULA E O SEGREDO DO PARTIDO MUDO - II
Do alto de sua ignorância arrogante, o PM tolamente crê em canais unidirecionais de comunicação, mesmo com todas as evidências contrárias.
Enquanto alguns ideólogos ainda perdem tempo discutindo as razões da implosão da Primeira Internacional, ocorrida há mais de 140 anos, as oposições trabalham diariamente os nichos de formadores de opinião na Internet.
Por conta desse descuido tático, por exemplo, José Genoíno caiu inocentemente numa armadilha criada pelos tucanos do programa CQC, liderado pelo transtucano Marcelo Tas, o carequinha da FIESP.
O dossiê da MTV, em sua versão 2.008, já mostrava que 74% dos jovens utilizavam celulares, inclusive para receber informação.
Em cada grupo de 10, pelos menos 8 faziam parte de uma comunidade virtual, como Orkut, Facebook e Myspace.
Nesses canais de difusão informativa, a presença organizada do governo e do partido do presidente é praticamente nula.
É lá, no entanto, que os “palhaços chiques” do RPNC organizam suas passeatas do Fora Sarney. É lá que difundem diariamente a falsa “ficha de terrorista” de Dilma e fazem ecoar as ideias de Mainardi e Azevedo.
Durante anos, cogitou-se da criação de um canal de comunicação de massa, um “UOL do bem”, difusor de informação descontaminada. O projeto, entretanto, nunca saiu do papel.
Mas por quê? Afinal, não custa caro. E há gente competentíssima para tocar qualquer ação do gênero. Muitos demitidos das redações por ordem de José Serra...
Na verdade, nos círculos de proteção do governo e do Partido Mudo, o tema converteu-se em tabu e, com o tempo, assim se cristalizou.
Até as pessoas de bom caráter, agora convertidos em cegos do castelo, fogem do assunto. Desconversam. A norma é bufar, fazer careta e apontar problemas logísticos, técnicos e financeiros.
São argumentos convenientes, mas pobres. Afinal, hoje, garotos de 14 anos montam, do dia para a noite, sites de baladas que acusam até 500 mil visitas diárias.
Há ainda quem diga que a tal “blogosfera” já é capaz de ocupar esse espaço estratégico, o que se constitui em estupendo equívoco, mesmo que se louve a batalha diária de Azenhas, Rodrigos, Cloaqueiros, Beatrices e outros heróis da resistência.
Afinal, nestes dias de bits insanos e errantes, a desconstrução da imagem do governo se faz além dos debates exclusivamente políticos e sociais. A campanha está presente extensivamente em todas as editorias, em tintas ou pixels.
Basta clicar, por exemplo, no blog do jornalista esportivo Juca Kfouri, da Folha de S. Paulo. Entre os comentários sobre os gols de Ronaldo e as contratações do Fluminense, há volumoso material destinado a desqualificar o governo Lula, todos os dias, obsessivamente.
A ordem nas redações, pois, é ampliar a ação de sabotagem para as outras editorias. Os meninos e meninas que nada leem de política são agora colhidos pela campanha de demonização de Lula e Dilma nas editorias de esportes e artes, bem como nas páginas de “humor”.
Um eventual “UOL do bem”, portanto, somente funcionará se compuser um mosaico informativo e opinativo de ampla abrangência temática.
Terá de tratar de moda, culinária, saúde e cultura em suas páginas iluminadas, o que parece um “pecado” para certa esquerda decrépita ou conformada.
Herança de silêncio
No árduo trabalho para conduzir o metalúrgico à presidência, seu principal articulador prometeu que o Partido Mudo não invadiria alguns feudos de comunicação.
Em troca, as famílias do cartel de comunicação pegariam leve com o candidato.
O acordo nunca foi bem cumprido pelos midiocratas. E, em dado momento, o próprio articulador foi triturado por esses interlocutores.
Estranhamente, no entanto, os homens de comunicação do governo e do Partido Mudo ainda respeitam essa vergonhosa interdição.
O que, afinal, explica a manutenção desse transe? Acorda, zumbi! Fala!
Por Mauro Carrara
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Iludida pelo PV - Por telefone, Marina comunica Berzoini saída do PT
A senadora Marina Silva ligou nesta manhã para o presidente do PT, Ricardo Berzoini, para comunicar oficialmente sua saída do partido. Marina foi convidada pelo Partido Verde (PV) para se candidatar à Presidência da República pela legenda em 2010. As informações são da assessoria de imprensa do PT.
Marina Silva já havia manifestado anteriormente que desvincula a possibilidade de condicionar sua filiação ao PV a uma candidatura à Presidência em 2010. A senadora havia dito, em outros momentos, que não iria subordinar a decisão de trocar de partido à corrida presidencial.
A senadora já havia dito ainda que não existe voto a ser dividido entre ela, se for candidata, e a ministra Dilma Rousseff, que deve disputar as eleições presidenciais em 2010 pelo PT.
O cantor e compositor Gilberto Gil afirmou ao jornal Folha de S.Paulo na segunda-feira que, se for convidado, pode aceitar ser vice na eventual candidatura da ex-ministra à Presidência da República pelo PV. Gil disse, porém, que ainda não houve convite por parte de Marina, mas que os dois devem conversar pessoalmente sobre o assunto.
Marina Silva trabalhou durante alguns anos ao lado do líder seringueiro Chico Mendes, morto em 1988, pelo desenvolvimento da região amazônica. Em 1985 se filiou ao PT e em 1988 foi eleita vereadora em Rio Branco. Dois anos depois chegou ao cargo de deputada estadual. Em 1994, foi eleita a senadora mais jovem da história, com 36 anos. Em 2002 conquistou segundo mandato no Senado, mas deixou para assumir o Ministério do Meio Ambiente. Em maio de 2008, deixou de ser ministra e voltou ao congresso.
Por: Helena™
Marina Silva já havia manifestado anteriormente que desvincula a possibilidade de condicionar sua filiação ao PV a uma candidatura à Presidência em 2010. A senadora havia dito, em outros momentos, que não iria subordinar a decisão de trocar de partido à corrida presidencial.
A senadora já havia dito ainda que não existe voto a ser dividido entre ela, se for candidata, e a ministra Dilma Rousseff, que deve disputar as eleições presidenciais em 2010 pelo PT.
O cantor e compositor Gilberto Gil afirmou ao jornal Folha de S.Paulo na segunda-feira que, se for convidado, pode aceitar ser vice na eventual candidatura da ex-ministra à Presidência da República pelo PV. Gil disse, porém, que ainda não houve convite por parte de Marina, mas que os dois devem conversar pessoalmente sobre o assunto.
Marina Silva trabalhou durante alguns anos ao lado do líder seringueiro Chico Mendes, morto em 1988, pelo desenvolvimento da região amazônica. Em 1985 se filiou ao PT e em 1988 foi eleita vereadora em Rio Branco. Dois anos depois chegou ao cargo de deputada estadual. Em 1994, foi eleita a senadora mais jovem da história, com 36 anos. Em 2002 conquistou segundo mandato no Senado, mas deixou para assumir o Ministério do Meio Ambiente. Em maio de 2008, deixou de ser ministra e voltou ao congresso.
Por: Helena™
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Quadrilha Tucana - Finalmente a CPI para investigar governo Yeda
Yeda e seus amigos
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Ivar Pavan (PT), deferiu o requerimento assinado por 39 parlamentares que pedia a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar atos de corrupção no governo de Yeda Crusius (PSDB-RS). A CPI funcionará por 120 dias.
De acordo com Pavan,"há um clamor da sociedade gaúcha para esclarecer todos os fatos. Essa é uma crise como nunca antes vista no Rio Grande do Sul", declarou o presidente da AL. O requerimento será publicado no Diário da Assembleia Legislativa na próxima -feira, haverá prazo de cinco dias consecutivos para que as bancadas indiquem os nomes que vão compor a CPI, que será composta por dois parlamentares do PT, PMDB, PP e PSDB.
PSDB apoia corrupção
Ontem o PSDB nacional entrou com representação no Conselho Superior do Ministério Público contra os seis procuradores que pediram o afastamento da governadora do Rio Grande do Sul, a tucana Yeda Crusius, em ação de improbidade administrativa. A Justiça negou o pedido.
Em nota, o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), manifesta “perplexidade” e “indignação” com a atuação do MP. Para o PSDB, a entrevista em que os procuradores anunciaram a ação contra Yeda “teve roteiro próprio aos anúncios de espetáculos”. Segundo o PSDB, os procuradores acenaram com uma “bomba atômica”, mas se viu “o genérico, sem apresentação de qualquer fato”.
A Associação Nacional dos Procuradores da República, em nota, defendeu os procuradores.
“Não há rigorosamente nenhum caráter eleitoral na ação da parte do Ministério Público Federal. Ela baseia-se na análise técnica de provas, à luz da legislação em vigo
Por: Helena™
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Ivar Pavan (PT), deferiu o requerimento assinado por 39 parlamentares que pedia a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar atos de corrupção no governo de Yeda Crusius (PSDB-RS). A CPI funcionará por 120 dias.De acordo com Pavan,"há um clamor da sociedade gaúcha para esclarecer todos os fatos. Essa é uma crise como nunca antes vista no Rio Grande do Sul", declarou o presidente da AL. O requerimento será publicado no Diário da Assembleia Legislativa na próxima -feira, haverá prazo de cinco dias consecutivos para que as bancadas indiquem os nomes que vão compor a CPI, que será composta por dois parlamentares do PT, PMDB, PP e PSDB.
PSDB apoia corrupção
Ontem o PSDB nacional entrou com representação no Conselho Superior do Ministério Público contra os seis procuradores que pediram o afastamento da governadora do Rio Grande do Sul, a tucana Yeda Crusius, em ação de improbidade administrativa. A Justiça negou o pedido.
Em nota, o presidente do partido, senador Sérgio Guerra (PE), manifesta “perplexidade” e “indignação” com a atuação do MP. Para o PSDB, a entrevista em que os procuradores anunciaram a ação contra Yeda “teve roteiro próprio aos anúncios de espetáculos”. Segundo o PSDB, os procuradores acenaram com uma “bomba atômica”, mas se viu “o genérico, sem apresentação de qualquer fato”.
A Associação Nacional dos Procuradores da República, em nota, defendeu os procuradores.
“Não há rigorosamente nenhum caráter eleitoral na ação da parte do Ministério Público Federal. Ela baseia-se na análise técnica de provas, à luz da legislação em vigo
Por: Helena™
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
PSDB e DEM são os responsáveis pela crise do Senado
Com relação a suposta proposta dos oposicionistas, de elaborar nota conjunta com o PT e o PSB - além do PDT - solicitando a renúncia do senador José Sarney (PMDB-AP) do cargo de presidente do Senado, o problema para assiná-la não é nem se temos ou não identidade com a oposição, como disse o senador Aloísio Mercadante (PT-SP).
O problema é que a oposição, e não o PT, tem total responsabilidade pela crise do Senado, seja pela participação do DEM na 1ª secretaria da Casa nos últimos cinco anos (Romeu Tuma, Efraim Morais e agora Heráclito Fortes), seja pelo envolvimento do senador Efraim Morais (DEM-PB) e dos tucanos, a começar pelo líder, senador Artur Virgílio (PSDB-AM), com as irregularidades, ilegalidades e abusos praticados.
Além disso, a tentativa de derrubar Sarney da presidência não tem nada a ver com a crise do Senado. Pelo contrário, tem servido para esconder a apuração dos fatos e responsabilidades e subtraído da sociedade o conhecimento das medidas já adotadas pelo presidente e pela Mesa diretora para mudar e reformar a Casa.
Por ZD
O problema é que a oposição, e não o PT, tem total responsabilidade pela crise do Senado, seja pela participação do DEM na 1ª secretaria da Casa nos últimos cinco anos (Romeu Tuma, Efraim Morais e agora Heráclito Fortes), seja pelo envolvimento do senador Efraim Morais (DEM-PB) e dos tucanos, a começar pelo líder, senador Artur Virgílio (PSDB-AM), com as irregularidades, ilegalidades e abusos praticados.
Além disso, a tentativa de derrubar Sarney da presidência não tem nada a ver com a crise do Senado. Pelo contrário, tem servido para esconder a apuração dos fatos e responsabilidades e subtraído da sociedade o conhecimento das medidas já adotadas pelo presidente e pela Mesa diretora para mudar e reformar a Casa.
Por ZD
quarta-feira, 29 de julho de 2009
AS FAVAS COM A GOVERNABILIDADE - CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DO PT FICOU DOIDÃO
Candidato pela tendência Esquerda Marxista, criada em abril de 2007, Serge Goulart critica o esforço de Lula para costurar e manter alianças com o que chama de "partidos burgueses". "O PT precisa romper imediatamente com o PMDB e qualquer outra legenda que não tem um compromisso histórico com o socialismo", avalia.
"Lula dá sustentação ao Sarney porque o governo depende do PMDB para governar. Mas, ao fazer isso, se afasta do povo. Hugo Chávez [presidente da Venezuela], ao eleger-se pela primeira vez, não tinha mais de 37% dos votos e meia dúzia de parlamentares. Sem ceder aos partidos de direita, hoje tem a maioria dos votos e domina o Parlamento."
As eleições internas do PT serão realizadas dia 22 de novembro.
Por APOSENTADO INVOCADO
terça-feira, 14 de julho de 2009
PMDB e PT confirmam aliança para eleições no PR
As executivas do PMDB e do PT no Paraná realizaram, na noite de ontem, a primeira reunião para buscar um entendimento visando às eleições de 2010. Apesar de reafirmar o compromisso ideológico comum, que prevê um Estado forte com inclusão social, não houve acordo em relação a um candidato único para o governo do Estado. O PMDB insiste no nome do vice-governador Orlando Pessuti, enquanto o PT ainda conversa com outros partidos da base de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente o PDT, que tem no senador Osmar Dias um pré-candidato.
De concreto, apenas a decisão de criar, no início de agosto, um grupo de trabalho com membros dos dois partidos para acompanhar a conjuntura política e traçar estratégias para que a caminhada seja conjunta. "O que ficou decidido é que a aliança prioritária do PMDB é com o PT e do PT é com o PMDB", disse o presidente estadual do PMDB, deputado estadual Waldyr Pugliesi. Hoje, os dois partidos estão unidos no governo, com o PT comandando três secretarias.
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, também entende que o PMDB é um partido forte para a aliança que pretende. "Não havia nenhuma expectativa de definições, mas sim de aproximação com uma das legendas que consideramos mais importantes na caminhada conjunta da nossa história política", destacou. Mas como a prioridade é formar uma base de apoio à possível candidatura da ministra Dilma Rousseff, à Presidência da República, ela se mantém mais cautelosa e até tenta uma aproximação entre PMDB e PDT. O próprio PT não descarta que possa lançar candidatura própria ao governo.
Por: Helena ™
De concreto, apenas a decisão de criar, no início de agosto, um grupo de trabalho com membros dos dois partidos para acompanhar a conjuntura política e traçar estratégias para que a caminhada seja conjunta. "O que ficou decidido é que a aliança prioritária do PMDB é com o PT e do PT é com o PMDB", disse o presidente estadual do PMDB, deputado estadual Waldyr Pugliesi. Hoje, os dois partidos estão unidos no governo, com o PT comandando três secretarias.
A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, também entende que o PMDB é um partido forte para a aliança que pretende. "Não havia nenhuma expectativa de definições, mas sim de aproximação com uma das legendas que consideramos mais importantes na caminhada conjunta da nossa história política", destacou. Mas como a prioridade é formar uma base de apoio à possível candidatura da ministra Dilma Rousseff, à Presidência da República, ela se mantém mais cautelosa e até tenta uma aproximação entre PMDB e PDT. O próprio PT não descarta que possa lançar candidatura própria ao governo.
Por: Helena ™
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Lula discutirá com ministros marco regulatório do pré-sal e crise financeira na próxima semana
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordena, na próxima segunda-feira (13), a segunda reunião ministerial do ano. Em pauta, estará o marco regulatório da exploração de petróleo na região do pré-sal e a crise financeira mundial.
No final de junho, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, havia feito a previsão de que o projeto do marco regulatório do pré-sal seria enviado ao Congresso Nacional em agosto.
A reunião de Lula com os ministros deve ser realizado na residência oficial do presidente, na Granja do Torto. A última reunião ministerial ocorreu em 2 de fevereiro, ocasião em que a crise econômica mundial foi o tema das discussões. O primeiro encontro, para tratar do mesmo tema, ocorreu em novembro de 2008.
Por Carolina Pimentel
No final de junho, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, havia feito a previsão de que o projeto do marco regulatório do pré-sal seria enviado ao Congresso Nacional em agosto.
A reunião de Lula com os ministros deve ser realizado na residência oficial do presidente, na Granja do Torto. A última reunião ministerial ocorreu em 2 de fevereiro, ocasião em que a crise econômica mundial foi o tema das discussões. O primeiro encontro, para tratar do mesmo tema, ocorreu em novembro de 2008.
Por Carolina Pimentel
sábado, 4 de julho de 2009
Lula estreia na terça coluna em 94 jornais
O Presidente Lula estreará, na próxima terça, uma coluna de perguntas e respostas em 94 jornais do país. A Secretaria de Imprensa abriu credenciamento para jornais interessados dia 15 de junho.
A coluna "O presidente responde" deve ser publicada sem nenhuma edição. A cada semana, Lula responderá a três perguntas de leitores. Cabe aos jornais coletá-las. Dos 94 jornais inscritos, 69 têm veiculação diária, 3 são bissemanais e 21 são semanais, quinzenais ou mensais. Houve cadastramento de veículos de 65 cidades. Na divisão regional, 43 jornais são do Sudeste, 19 do Nordeste, 18 do Sul, 9 do Norte e 5 do Centro-Oeste.
Por: Helena™
A coluna "O presidente responde" deve ser publicada sem nenhuma edição. A cada semana, Lula responderá a três perguntas de leitores. Cabe aos jornais coletá-las. Dos 94 jornais inscritos, 69 têm veiculação diária, 3 são bissemanais e 21 são semanais, quinzenais ou mensais. Houve cadastramento de veículos de 65 cidades. Na divisão regional, 43 jornais são do Sudeste, 19 do Nordeste, 18 do Sul, 9 do Norte e 5 do Centro-Oeste.
Por: Helena™
quinta-feira, 25 de junho de 2009
PT não conspira contra candidatura Ciro Gomes
Apresentada por seu partido a interlocutores, inclusive do PT, volta à pauta a candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo de São Paulo na eleição do ano que vem.
Como já afirmei aqui, essa discussão não é nenhuma conspiração para impedir sua candidatura presidencial, que como também já disse só depende de seu partido. Não existe - pelo menos no PT - ninguém pressionando o PSB para evitar uma nova tentativa do deputado Ciro Gomes de conquistar o Palácio do Planalto.
O PSB é que tem problemas em disputar a presidência da República, consolidar palanques regionais e reeleger seus atuais governadores. Dos 27 governadores no país, o PSB tem três: Wilma de Faria (RN) já no cumprimento de um segundo mandato, Cid Gomes (CE) e Eduardo Campos (PE) - os dois últimos podem tentar a reeleição no ano que vem.
Em relação a uma candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo o que há no PT, infelizmente, são reações típicas de um partido com medo de alianças e de acordos, já que não há nenhum risco em aceitar as candidaturas do deputado e, também, a do prefeito de Campinas, Dr. Hélio, ao Palácio dos Bandeirantes.
O PT deve examinar outras candidaturas
O PT deve aceitar examiná-las exatamente pela força que o partido tem no Estado; pelos aspirantes a candidato; por sua real possibilidade de ir para o 2º turno; pelas propostas; pela força do presidente Lula e de seu governo; pelo crescimento da candidatura Dilma Rousseff, o nome com que vamos disputar a presidência da República; e pela força eleitoral e política dos senadores, deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores do partido no Estado.
Por tudo isso, deve discutí-las em pé de igualdade com o PSB e o PDT. Aceitar as prováveis ou possíveis candidaturas desses partidos não é nem decadência e muito menos medo de perder a eleição em São Paulo. É ser um partido capaz de dirigir uma coalizão e hegemonizar uma aliança. Só isso.
Mas, a candidatura Ciro Gomes ao governo paulista, por suas próprias declarações, está afastada definitivamente - ele quer disputar é a presidência da República. Só falta, então, informar seu partido aqui no Estado de São Paulo.
Por ZD
Como já afirmei aqui, essa discussão não é nenhuma conspiração para impedir sua candidatura presidencial, que como também já disse só depende de seu partido. Não existe - pelo menos no PT - ninguém pressionando o PSB para evitar uma nova tentativa do deputado Ciro Gomes de conquistar o Palácio do Planalto.
O PSB é que tem problemas em disputar a presidência da República, consolidar palanques regionais e reeleger seus atuais governadores. Dos 27 governadores no país, o PSB tem três: Wilma de Faria (RN) já no cumprimento de um segundo mandato, Cid Gomes (CE) e Eduardo Campos (PE) - os dois últimos podem tentar a reeleição no ano que vem.
Em relação a uma candidatura Ciro Gomes ao governo de São Paulo o que há no PT, infelizmente, são reações típicas de um partido com medo de alianças e de acordos, já que não há nenhum risco em aceitar as candidaturas do deputado e, também, a do prefeito de Campinas, Dr. Hélio, ao Palácio dos Bandeirantes.
O PT deve examinar outras candidaturas
O PT deve aceitar examiná-las exatamente pela força que o partido tem no Estado; pelos aspirantes a candidato; por sua real possibilidade de ir para o 2º turno; pelas propostas; pela força do presidente Lula e de seu governo; pelo crescimento da candidatura Dilma Rousseff, o nome com que vamos disputar a presidência da República; e pela força eleitoral e política dos senadores, deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores do partido no Estado.
Por tudo isso, deve discutí-las em pé de igualdade com o PSB e o PDT. Aceitar as prováveis ou possíveis candidaturas desses partidos não é nem decadência e muito menos medo de perder a eleição em São Paulo. É ser um partido capaz de dirigir uma coalizão e hegemonizar uma aliança. Só isso.
Mas, a candidatura Ciro Gomes ao governo paulista, por suas próprias declarações, está afastada definitivamente - ele quer disputar é a presidência da República. Só falta, então, informar seu partido aqui no Estado de São Paulo.
Por ZD
sexta-feira, 12 de junho de 2009
UNÂNIMIDADE NACIONAL - GOVERNADORES DO PT LANÇAM DILMA
Reunidos em Teresina, no Piauí, os governadores, vices e ex-governadores do PT se posicionaram nesta quinta-feira contra o terceiro mandato do presidente Lula e defenderam a pré-candidatura da ministra Dilma Rousseff nas eleições de 2010. Os petistas apoiaram a aliança com o PMDB e criticaram a estratégia do PSDB de atacar Dilma usando a doença da ministra.
No encontro dos petistas, participam os governadores Jaques Wagner (Bahia), Binho Marques (Acre), Ana Júlia Carepa (Pára), Wellington Dias (Piauí), além dos ex-governadores Olívio Dutra (RS), Jorge Viana (Acre), o senador Cristovam Buarque (PDT) e o ministro José Pimentel.
Para o ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra, a proposta de terceiro mandato é "absurda, descabida, desnecessária e errada". Para ele, a prioridade é dar continuidade ao projeto político com a candidatura de Dilma Rousseff.
O governador do Acre, Binho Marques, afirmou que terceiro mandato "não faz parte do principio do PT". Ele destaca que o projeto não pode se materializar em uma única pessoa. "Eu defendo que o projeto tenha continuidade com a candidatura de Dilma", afirmou.
Ana Júlia Carepa, governadora do Pará, afirma que o povo é favorável ao terceiro mandato de Lula, mas é preciso respeitar as regras do País. "Vamos respeitar também a vontade de Lula, que é contra. Eu não defendo essa proposta".
Wellington Dias, do Piauí, afirmou que o presidente Lula orientou o partido para não encabeçar nenhuma mudança na legislação sobre o terceiro mandato. O governador da Bahia, Jaques Wagner e o vice-governador da Paraíba, Luciano Cartaxo se posicionaram contra uma nova eleição de Lula e engrossaram voz a pré-candidatura de Dilma.
O ex-governador Jorge Viana, do Acre, criticou o programa partidário do PSDB, veiculado recentemente na TV, e disse que foi "uma peça de agressão e irresponsável" que tinha objetivo de atingir Lula e Dilma Rousseff. "Mas foi um equívoco que frustrou o povo brasileiro".
Por Yala Sena
No encontro dos petistas, participam os governadores Jaques Wagner (Bahia), Binho Marques (Acre), Ana Júlia Carepa (Pára), Wellington Dias (Piauí), além dos ex-governadores Olívio Dutra (RS), Jorge Viana (Acre), o senador Cristovam Buarque (PDT) e o ministro José Pimentel.
Para o ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra, a proposta de terceiro mandato é "absurda, descabida, desnecessária e errada". Para ele, a prioridade é dar continuidade ao projeto político com a candidatura de Dilma Rousseff.
O governador do Acre, Binho Marques, afirmou que terceiro mandato "não faz parte do principio do PT". Ele destaca que o projeto não pode se materializar em uma única pessoa. "Eu defendo que o projeto tenha continuidade com a candidatura de Dilma", afirmou.
Ana Júlia Carepa, governadora do Pará, afirma que o povo é favorável ao terceiro mandato de Lula, mas é preciso respeitar as regras do País. "Vamos respeitar também a vontade de Lula, que é contra. Eu não defendo essa proposta".
Wellington Dias, do Piauí, afirmou que o presidente Lula orientou o partido para não encabeçar nenhuma mudança na legislação sobre o terceiro mandato. O governador da Bahia, Jaques Wagner e o vice-governador da Paraíba, Luciano Cartaxo se posicionaram contra uma nova eleição de Lula e engrossaram voz a pré-candidatura de Dilma.
O ex-governador Jorge Viana, do Acre, criticou o programa partidário do PSDB, veiculado recentemente na TV, e disse que foi "uma peça de agressão e irresponsável" que tinha objetivo de atingir Lula e Dilma Rousseff. "Mas foi um equívoco que frustrou o povo brasileiro".
Por Yala Sena
sábado, 6 de junho de 2009
UMA BOA OPÇÃO PARA O SENADO - CONCURSO PÚBLICO
Chico Leite critica exclusão de candidatos de nível médio do concurso da PMDF.
Para o parlamentar, o GDF não poderia excluir milhares de jovens que, embora à altura do ensino médio, têm formação, capacidade e vontade de trabalhar e servir
O deputado Chico Leite afirmou no Plenário da Câmara Legislativa que o Distrito Federal vive hoje um imbróglio jurídico. O problema é a decisão inconstitucional do GDF de exigir diploma de nível superior para quem quiser prestar o concurso da Polícia Militar. De acordo com o distrital, a exigência é prerrogativa do presidente da República e está prejudicando milhares de jovens com nível médio que têm capacidade para servir a sociedade do DF.
O concurso da PM está marcado para o dia 13, sob liminar. O Ministério Público aguarda o julgamento de um agravo recursal de sua autoria que tenta derrubar a liminar. “Não temos dúvida de que o MP tem razão. O decreto do GDF acabou excluindo desse certame e da possibilidade de servir à sociedade milhares de jovens que, embora à altura do ensino médio, têm formação, capacidade e vontade de trabalhar e servir”, afirma Chico Leite.
O deputado considera positivo exigir maior capacitação de quem presta serviços públicos, mas acredita que, neste caso, o diploma não é melhor maneira, tendo em vista a verdadeira indústria do diploma que tomou conta do país. “Muito melhor do que um título, o ideal seria um curso interno de instrução para essas pessoas servirem à sociedade como soldados, de maneira humanizada e comunitária”, observa o distrital.
Do Portal do Chico Leite
Para o parlamentar, o GDF não poderia excluir milhares de jovens que, embora à altura do ensino médio, têm formação, capacidade e vontade de trabalhar e servir
O deputado Chico Leite afirmou no Plenário da Câmara Legislativa que o Distrito Federal vive hoje um imbróglio jurídico. O problema é a decisão inconstitucional do GDF de exigir diploma de nível superior para quem quiser prestar o concurso da Polícia Militar. De acordo com o distrital, a exigência é prerrogativa do presidente da República e está prejudicando milhares de jovens com nível médio que têm capacidade para servir a sociedade do DF.
O concurso da PM está marcado para o dia 13, sob liminar. O Ministério Público aguarda o julgamento de um agravo recursal de sua autoria que tenta derrubar a liminar. “Não temos dúvida de que o MP tem razão. O decreto do GDF acabou excluindo desse certame e da possibilidade de servir à sociedade milhares de jovens que, embora à altura do ensino médio, têm formação, capacidade e vontade de trabalhar e servir”, afirma Chico Leite.
O deputado considera positivo exigir maior capacitação de quem presta serviços públicos, mas acredita que, neste caso, o diploma não é melhor maneira, tendo em vista a verdadeira indústria do diploma que tomou conta do país. “Muito melhor do que um título, o ideal seria um curso interno de instrução para essas pessoas servirem à sociedade como soldados, de maneira humanizada e comunitária”, observa o distrital.
Do Portal do Chico Leite
segunda-feira, 1 de junho de 2009
O GLOBO MENTE - PETROBRÁS DESMENTE O GLOBO
Em nota pública de esclarecimento, a diretoria da Petrobras rebateu nesta segunda-feira (1º) informações inverídicas publicadas na edição deste domingo (31) do Jornal O Globo sobre as operações da empresa.Na nota, a estatal afirma que as informações publicadas no jornal são incompletas e induzem ao erro sobre as atividades da empresa. Sobre a acusação de falta de transparência nas operações, a estatal informa que todos os dados usados na confecção da matéria intitulada “Muita política e pouca transparência” constam do sítio da própria Companhia, “o que, por si só, contradiz o enunciado de falta de transparência”.Em outro trecho da nota, a estatal afirma que as informações equivocadas da matéria são ideológicas e visam macular a imagem da Petrobras. “Trata-se, evidentemente, de um extrato de informações de livre interpretação de interessados em macular a imagem da Companhia e distorcer dados por ela disponibilizados, é portanto importante frisar, com objetivo de travar uma disputa ideológica e ou política partidária que não se coaduna com os interesses da empresa, seus acionistas privados e da maioria da população brasileira, representada pelo governo acionista majoritário da empresa”.
Leia a íntegra da nota no: http://www.informes.org.br
Por: Helena ™
domingo, 24 de maio de 2009
Chico Leite não aceita que GDF dispense empresa de pagar impostos enquanto congela salários dos servidores
O Secretario de Fazenda do Distrito Federal, Waldivino de Oliveira, vai ter que prestar esclarecimentos à Câmara Legislativa sobre as isenções fiscais concedidas à empresa de telecomunicações Oi (compradora da BrasilTelecom), que acaba de chegar ao Distrito Federal. O GDF vai financiar cerca de R$ 3 bilhões de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) por meio do Banco de Brasília BRB, com prazo de pagamento de 25 anos. Ao saber do acordo, o deputado Chico Leite protocolou um requerimento de informações à Secretaria de Fazenda.
Em vez de pagar 100% do valor do ICMS à vista, a Oi terá de recolher apenas 30%. Os outros 70% serão financiados pelo BRB. A carência do contrato é de 15 anos, ou seja, só após esse período a empresa vai começar a pagar o que deve. Segundo nota oficial do GDF, o convênio “representa, para o governo local, uma arrecadação de R$ 3 milhões por mês”. Em outras palavras, o governo estará deixando de arrecadar mensalmente R$ 7 milhões.
O GDF também baixou impostos para que a Oi instale uma empresa de call center no DF. A alíquota di ICMS foi reduzida de 25% para 10% e a do Imposto sobre Serviços (ISS) de 5% para 2%. A Oi vai ser a primeira empresa a usufruir dessa redução do ICMS, instituída pelo projeto de lei 1024/2008 – de autoria do próprio governo -, aprovado, em outubro de 2008, na Câmara Legislativa.
Requerimento - Chico Leite quer que o secretário de Fazenda informe, detalhadamente, como funcionará o financiamento de ICMS, a estimativa de renúncia de receita, de 2009 até o final do convênio em 2034, e se esse acordo pode trazer benefícios à população do DF. O distrital também requer que o GDF informe qual o montante arrecadado, nos anos de 2007 e 2008, com o recolhimento de ICMS da empresa BrasilTelecom.
“Por se tratar de recursos públicos, faz-se necessário esclarecer, detalhadamente, como funcionará esse sistema de ‘financiamento’ do tributo, bem como as razões que justificam sua concessão, uma vez que o GDF tem amplamente divulgado que sofre com a queda de arrecadação, inclusive cortando investimentos essenciais, devido à crise financeira mundial”, observa Chico Leite.
Portal Chico Leite
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